|
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 - 19:41
O QUE ESTÃO FAZENDO COM A IGREJA?
Esse título do livro do Dr. Augustus Nicodemus Lopes, continua mais atual do que nunca. A revista Folha Evangélica, nº 125 de dezembro de 2011, publica uma reportagem afirmando que as igrejas evangélicas: Assembleia de Deus – Ministério Madureira, Igreja Cristo Liberta e a Igreja Presbiteriana Independente, de Osasco – SP, estão indicando o pastor Marcos Arruda para vice-prefeito na chapa do candidato do PT, João Paulo Cunha.
Para quem não lembra, João Paulo Cunha é participante de um dos maiores escândalos de corrupção de Brasil, o Mensalão. João Paulo Cunha está sendo julgado pela justiça, e como sempre o PT está tentando adiar o máximo o julgamento do caso pelo supremo para que o povo esqueça o caso e os seus corruptos, como João Paulo Cunha sejam esquecidos e eleitos.
Igrejas evangélicas apoiar essa gente, é simplesmente absurdo, é ir totalmente contra o que elas pregam, é ir contra os ensinamentos bíblicos. Como uma igreja que apoia corruptos declarados, podem pregar contra: roubo, mentira, engano, falta de moral, ética e injustiça. Como cobrar dos seus membros bom testemunho, se os líderes se unem a gente que não tem compromisso com a verdade, mas sim com a mentira e o desvio de dinheiro público? Esses pastores e igrejas que apoiam esse candidato, não tem nenhuma condição de pregar o verdadeiro evangelho.
Esse tipo de apoio é igual a jogar os ensinamentos bíblicos na lata de lixo, é isso que está fazendo os líderes de algumas igrejas de Osasco. Isso é apenas um pequeno exemplo de como estão tratando a Igreja de Cristo. Só para vocês entenderem a que ponto chegaram alguns líderes evangélicos.
Vou deixar aqui uma afirmação para depois se não acontecer me cobrarem: Em São Paulo, capital, muitos pastores irão apoiar para prefeito o candidato do PT, Fernando Haddad. Esse senhor, é o mesmo que gastou milhões de dinheiro público para criar o KIT GAY. Esse senhor é o mesmo que tentou obrigar as escolas públicas a distribuir o KIT GAY para as nossas crianças. Mas, mesmo assim, receberá apoio de evangélicos. Espere e confira!
J. DIAS
|